Relatos verídicos e autênticos sobre como fui salva pelas maravilhosas mãos do poderoso Rei Jesus inúmeras vezes... Te agradeço, Senhor, por tudo que sou, por tudo que tenho e o que vier a ser ou ter.
Agradecimentos à Ele, que é digno de toda honra, glória e louvor.
Te amo, Papai!
Um beijinhu...
=*
EU TENHO A MARCA DA PROMESSA - parte 1

Bom, eu prometi isso pra mim mesma e agora estou cumprindo, porque eu cumpro minhas promessas... aliás é de promessas que estamos falando. E pra se falar de promessas temos que falar de Deus; por isso prepare seus ouvidos!
Deus já agiu muito na minha vida e Ele continua agindo. Deus já fez tanto por mim que se eu quizesse agradecê-lo teria de dizer "obrigado" a cada milésimo de segundo que passasse, e se eu quizesse escrever os feitos dEle, não haveria espaços pra tantos relatos.
Já ouvi muitos testemunhos de homens e mulheres que não eram nada e foram transformados pelo maravilhoso Senhor Jesus, e todos eles tem algo em comum: todos pregam e testemunham dizendo que O SANGUE DE JESUS TEM PODER!!! E a maior verdade é que satanás fica furioso quando ouve isso, porque ele é um derrotado (e eu tenho provas disso na minha família!!! oh, glória!). Um dos melhores testemunhos que já ouvi (o da Lana Holder, ex lésbica), ela diz que quando se prega sobre o sangue de Jesus, satanás põe a mão nos ouvidos e grita "pregue sobre tudo, sobre qualquer coisa, menos sobre isso!!!" e a gente vai lá e prega, não pra afrontá-lo, mas porque há poder mesmo no sangue de Jesus.
Somos escolhidos desde o ventre da nossa mãe, desde o 1° dia da nossa existência, desde o 1° pensamento que Deus teve de nós (confira isso no livro de Jeremias, cap. 1). Tudo que acontece nesse mundo é com a permissão de Deus, até as dificuldades... pois com elas aprendemos a lutar e vencer, aí o nome de Jesus é glorificado. Você entendeu? É tudo pra glória de Deus.
A minha mãe era uma mulher que gostaria muito que todos os seus descendentes fossem meninas. Deus prometeu a ela que ela teria uma menina. Da sua primeira gestação: um menino. Ela ficou feliz, mas o desejo continuava e a promessa de Deus tinha sido lançada (e Ele cumpre, mesmo que demore!). Segunda gestação: uma menina! Uma menina que... não era eu... que seria minha irmã mais velha, mas que Deus não deixou que vingasse, porque Ele tem os motivos dEle. Minha mãe abortou ela naturalmente e sofreu muito por isso, entrou em depressão... mas não esqueceu da promessa!
Terceira gestação: uma menina! Agora sim! Essa era eu... e foi a gravidez em que minha mãe ficou mais bonita! O tempo que levaria pra que eu me formasse passou e chegou a minha hora de nascer. Minha mãe teve complicações na hora do parto... e por isso ela não esperava, nem ninguém: O médico responsável pelo parto pediu pro meu pai decidir "VOCÊ ESCOLHE: A SUA FILHA OU A SUA ESPOSA?" eu não tinha como nascer... eu estava laçada com meu cordão umbilical, estava de pé na barriga da minha mãe, empurrando o estômago e o coração dela, e completamente envolvida por cebo (minha mãe comia muita manteiga... rsrsrs).
O meu pai decidiu: "doutor, salve a minha esposa... porque eu posso fazer outro filho, mas a minha esposa é única". E já tava tudo decidido. O médico só ia comunicar a minha mãe... e quando ela soube, foi totalmente contra o meu pai pedindo q eu fosse salva, porque eu era a promessa deDeus pra vida dela...
O Senhor usou as mãos daquele médico, porque Deus é o Médico dos médicos e eu pude vir ao mundo para a alegria de todos que estavam me esperando. A partir daquele momento minha mãe passou a dizer q eu sou o "Isaque" dela, a sua "filha da promessa". A única coisa q minha mãe não sabia é que a gente não morre enquanto não ver o que Deus tem pras nossas vidas.
EU TENHO A MARCA DA PROMESSA – PARTE 2

(POR DRIANE DE OLIVEIRA CRUZ )
Bom, parei em quando nasci então... continuando:
Eu consegui viver, sem matar minha mãe pra viver a vida dela, logo após algum tempo de vida, eu fui acometida de uma doença que o meu pai chama de “aquela malvada” que eu não sei dizer bem o que era. Essa doença me deixou em estado de quase morta: eu não dormia, não comia, fiquei mais pele e osso do que sou (rsrsrs), e meu pai e mãe ficaram desesperados achando que eu iria morrer novamente ─ frustrando novamente os sonhos da minha mãe de ter filha mulher, mas não os sonhos de Deus.
Minha mãe não dormia para poder ver o que iria acontecer comigo, acho que ela queria estar comigo durante toda minha vida até eu dar o último suspiro. Certa noite, quando eu só tremia, meu pai pediu a minha mãe para ir dormir, fez uma espécie de remédio, apresentou-o a Deus, melou minha chupeta, eu não quis... Quando ele também ficou esperando minha morte e tentando consolar a minha mãe, ele tomou uma iniciativa que mudou todo o quadro da minha vida, ele fez o que Deus queria: ex-evangélico, da igreja do evangelho Quadrangular, dobrou os seus joelhos e entregou a minha vida ao Senhor Jesus dizendo que se eu vivesse seria para fazer a obra dEle e servi-lo.
No outro dia pela manhã, minha mãe acorda o meu pai desesperada! Achando que eu estava morta... ele foi conferir, e eu estava dormindo um sono profundo (sendo que eu não conseguia dormir!), meu pai me sacudiu de leve para saber o que estava acontecendo, e confortou minha mãe dizendo que eu estava dormindo; ela não acreditou, e quando me pegou no colo, para sua surpresa, a chupeta começou a mexer, eu estava chupando o remédio que meu pai havia feito e comecei a chorar com fome...
Era o início de uma nova vida, escrita por Deus.
Vez ou outra minha mãe conta essa história e não tem como a gente não chorar juntas.
Pensando nisso eu começo a cantar um hino do grupo Voz da Verdade que diz assim:
“Nunca houve noite que pudesse impedir o nascer do sol e a esperança; e não há problema que possa impedir as mãos de Jesus pra me ajudar.
Haverá um milagre dentro de mim, vem descendo o rio pra me dar a vida, este rio que emana lá da cruz, do lago de Jesus.
Aquilo que parecia impossível!
Aquilo que parecia não ter saída!
Aquilo que parecia ser minha morte!
Mas Jesus mudou minha sorte, sou um milagre e estou aqui.
Usa-me, sou o teu milagre, usa-me, eu quero te servir
Usa-me, sou a tua imagem, usa-me, oh filho de Davi.”
Sou uma promessa, um milagre... graças a Deus e sua infinita misericórdia. Obrigada, Jesus.
EU TENHO A MARCA DA PROMESSA - parte 3
(POR DRIANE DE OLIVEIRA CRUZ )
O meu pai é um cara que foi iniciado no mundo da umbanda muito cedo – quando a gente fala de “umbanda” fica uma interrogação, então vou falar popularmente: “macumba”.
...Ele casou com minha mãe quando ela tinha 18 anos e ele 25 (07 anos de diferença – 07 é o número da perfeição de Deus), com ela esperando meu irmão mais velho, Deiglivan, na barriga. Meu pai trouxe a macumba pra dentro de casa, e minha mãe esteve nisso com ele. A nossa casa, logo que chegamos no Tancredo Neves, bairro onde moro em Manaus, não era muito grande, era de madeira (digo “era” porque agora não é mais; nossa casa agora é o castelo de Jesus.), de 03 cômodos, sendo que 02 cômodos eram usados para fazer as reuniões e consultas aos espíritos, e eu convivi com isso, assim como também meu irmão mais novo.
Minha mãe contava que os espíritos que apoderavam-se do corpo dela “cuidavam” de mim e do meu irmão mais novo, Diego, enquanto meus pais não estavam nesse mundo físico, e sim, no mundo da encantaria, ou pra onde o inimigo das nossas almas os mandavam, tanto que, no dia em que minha mãe sentiu as dores do parto ela tinha acabado de sair de uma dessas sessões.
Aos meus 05 anos, que é quando começo a me lembrar um pouco dos acontecimentos, eu já sabia o nome da maioria dos espíritos que “baixavam na cabeça” das pessoas que se diziam médiuns, e todos eles também me conheciam, eu freqüentava as sessões porque era minha casa e não tinha mesmo nada pra fazer, e eu achava divertido ver meu pai com uma voz diferente, com roupas de mulheres, ou vestido de índio, de penacho na cabeça, da voz que mudava sempre que uma entidade nova descia. Porque eu não entendia nada daquilo.
A minha vida era horrível. Terminavam as sessões os meus pais saíam pra beber nos bares com os amigos, ás vezes levavam eu e meu irmão, ás vezes não. Muitas vezes acordava no meio da noite e onde estavam eles? A minha sorte é que eu tinha uma ”fada madrinha”, Dona Maria, que foi uma segunda mãe pra mim, que me atendia sempre que eu aparecia gritando pela janela de casa: “Maria, vem me buscar Maria!” e ela sempre vinha.
Quando tinha festa eu estava lá, e comia todas aquelas comidas que são oferecidas aos demônios, porque quando acabavam as festas era pra dentro da minha casa que elas iam, e a opção era comer. Daí uma das amigas da minha mãe de bebedeira, chamada Marina, aceitou ao Senhor Jesus como Salvador e então, ela me convidou a ir pra igreja, pediu da minha mãe, e eu fui. Eu não me lembro bem do que aconteceu, nem como foi o culto, só lembro que tocou um hino que dizia: “ei, não fique assim, solidão não vai trazer a solução pro teu sofrer; não, não há razão, pra viver tão triste assim, existe alguém que sofreu em seu lugar, acredita, ele é a vida; não , não estou aqui pra fazer a sua cabeça, mas pra dizer que nem tudo se perdeu, acredita, existe um Deus. Ele vai te estender a mão, te abraçar e acalmar o seu coração. Ele vai te levantar do chão e estará sempre ao seu lado, acredita nesse amor maior, que sofreu até morrer pra lhe salvar”
Esse hino me impressionou tanto... falava de alguém q sofreu por mim, mas porquê? Quem era? E depois falava que ele ia me levantar, me abraçar, e sempre estaria comigo, que morreu por mim... pensei que se alguma pessoa morre por outra é porque amava demais este alguém e eu queria ser amada assim... eu aceitei a Jesus... sem nem saber o que isso significava, sozinha, sem ninguém da minha família. Daí, eu ia pra igreja sempre, levava o Dieguinho que tinha 03 anos, a igreja ficava, e fica, na rua da minha casa, minha mãe nunca me impediu, pelo contrário, ela achava bom, os demônios também achavam, porque não precisavam ficar cuidando de nós, porque o Diego não entendia; qualquer entidade q descesse sobre a mamãe, ele continuava chamando de mãe.
Eu ia pra igreja, e toda vez q ouvia o dirigente perguntar quem queria aceitar a Jesus, eu ia lá, todo domingo eu aceitava a Jesus, todo sábado, toda terça, toda quinta... Jesus era algo novo e eu não conhecia ele, eu queria saber o que ele ia fazer comigo. Lá tinha gente que cuidava de mim, inclusive a Maria, gente que gostava de mim, eu gostava de lá. Eu era a 1ª a chegar à reunião das crianças... a igreja era de madeira, pequenininha, tinha um buraco dos lados, eu era magrinha, sempre fui, conseguia passar por lá sem fazer esforço e ia varrer a igreja até todo mundo chegar. Numa dessas vezes, a irmâ Antônia, a líder do grupo de crianças, olhou pelo buraco que eu passava, me viu varrendo a igreja e cantando um corinho, ficou olhando um instante e depois me contou que enquanto eu varria a igreja e cantava tinha um anjo perto de mim, chamando o meu nome, e eu não conseguia ouvi-lo. Fiquei muito feliz, e a partir daquele momento, comecei a me sentir especial, afinal, os anjos não iriam chamar alguém a toa.
O meu pai é um cara que foi iniciado no mundo da umbanda muito cedo – quando a gente fala de “umbanda” fica uma interrogação, então vou falar popularmente: “macumba”.
...Ele casou com minha mãe quando ela tinha 18 anos e ele 25 (07 anos de diferença – 07 é o número da perfeição de Deus), com ela esperando meu irmão mais velho, Deiglivan, na barriga. Meu pai trouxe a macumba pra dentro de casa, e minha mãe esteve nisso com ele. A nossa casa, logo que chegamos no Tancredo Neves, bairro onde moro em Manaus, não era muito grande, era de madeira (digo “era” porque agora não é mais; nossa casa agora é o castelo de Jesus.), de 03 cômodos, sendo que 02 cômodos eram usados para fazer as reuniões e consultas aos espíritos, e eu convivi com isso, assim como também meu irmão mais novo.
Minha mãe contava que os espíritos que apoderavam-se do corpo dela “cuidavam” de mim e do meu irmão mais novo, Diego, enquanto meus pais não estavam nesse mundo físico, e sim, no mundo da encantaria, ou pra onde o inimigo das nossas almas os mandavam, tanto que, no dia em que minha mãe sentiu as dores do parto ela tinha acabado de sair de uma dessas sessões.
Aos meus 05 anos, que é quando começo a me lembrar um pouco dos acontecimentos, eu já sabia o nome da maioria dos espíritos que “baixavam na cabeça” das pessoas que se diziam médiuns, e todos eles também me conheciam, eu freqüentava as sessões porque era minha casa e não tinha mesmo nada pra fazer, e eu achava divertido ver meu pai com uma voz diferente, com roupas de mulheres, ou vestido de índio, de penacho na cabeça, da voz que mudava sempre que uma entidade nova descia. Porque eu não entendia nada daquilo.
A minha vida era horrível. Terminavam as sessões os meus pais saíam pra beber nos bares com os amigos, ás vezes levavam eu e meu irmão, ás vezes não. Muitas vezes acordava no meio da noite e onde estavam eles? A minha sorte é que eu tinha uma ”fada madrinha”, Dona Maria, que foi uma segunda mãe pra mim, que me atendia sempre que eu aparecia gritando pela janela de casa: “Maria, vem me buscar Maria!” e ela sempre vinha.
Quando tinha festa eu estava lá, e comia todas aquelas comidas que são oferecidas aos demônios, porque quando acabavam as festas era pra dentro da minha casa que elas iam, e a opção era comer. Daí uma das amigas da minha mãe de bebedeira, chamada Marina, aceitou ao Senhor Jesus como Salvador e então, ela me convidou a ir pra igreja, pediu da minha mãe, e eu fui. Eu não me lembro bem do que aconteceu, nem como foi o culto, só lembro que tocou um hino que dizia: “ei, não fique assim, solidão não vai trazer a solução pro teu sofrer; não, não há razão, pra viver tão triste assim, existe alguém que sofreu em seu lugar, acredita, ele é a vida; não , não estou aqui pra fazer a sua cabeça, mas pra dizer que nem tudo se perdeu, acredita, existe um Deus. Ele vai te estender a mão, te abraçar e acalmar o seu coração. Ele vai te levantar do chão e estará sempre ao seu lado, acredita nesse amor maior, que sofreu até morrer pra lhe salvar”
Esse hino me impressionou tanto... falava de alguém q sofreu por mim, mas porquê? Quem era? E depois falava que ele ia me levantar, me abraçar, e sempre estaria comigo, que morreu por mim... pensei que se alguma pessoa morre por outra é porque amava demais este alguém e eu queria ser amada assim... eu aceitei a Jesus... sem nem saber o que isso significava, sozinha, sem ninguém da minha família. Daí, eu ia pra igreja sempre, levava o Dieguinho que tinha 03 anos, a igreja ficava, e fica, na rua da minha casa, minha mãe nunca me impediu, pelo contrário, ela achava bom, os demônios também achavam, porque não precisavam ficar cuidando de nós, porque o Diego não entendia; qualquer entidade q descesse sobre a mamãe, ele continuava chamando de mãe.
Eu ia pra igreja, e toda vez q ouvia o dirigente perguntar quem queria aceitar a Jesus, eu ia lá, todo domingo eu aceitava a Jesus, todo sábado, toda terça, toda quinta... Jesus era algo novo e eu não conhecia ele, eu queria saber o que ele ia fazer comigo. Lá tinha gente que cuidava de mim, inclusive a Maria, gente que gostava de mim, eu gostava de lá. Eu era a 1ª a chegar à reunião das crianças... a igreja era de madeira, pequenininha, tinha um buraco dos lados, eu era magrinha, sempre fui, conseguia passar por lá sem fazer esforço e ia varrer a igreja até todo mundo chegar. Numa dessas vezes, a irmâ Antônia, a líder do grupo de crianças, olhou pelo buraco que eu passava, me viu varrendo a igreja e cantando um corinho, ficou olhando um instante e depois me contou que enquanto eu varria a igreja e cantava tinha um anjo perto de mim, chamando o meu nome, e eu não conseguia ouvi-lo. Fiquei muito feliz, e a partir daquele momento, comecei a me sentir especial, afinal, os anjos não iriam chamar alguém a toa.
Eu tenho a marca da promessa - parte 4
Hum... Fiquei um bom tempo sem escrever nada, mas eis-me aqui novamente.
Bom, para quem está acompanhando desde a primeira parte, agora seguem informações da infância.
Eu ia para igreja, para aprender a bíblia e louvores, me comportar na igreja e tudo mais, só que eu era uma criança precoce e logo com 10 anos fui para o departamento de adolescentes (onde tinham somente pessoas de 12 anos).
Aos 11 eu fui a um grande evento da Igreja Assembléia de Deus chamado Encontro com Deus (porque era precoce, só se podia ir com 12 anos, rsrsrs)... hum, eu num posso dizer o que acontece no Encontro com Deus, mas posso dizer que é TREMENDO! Só se sabe como é ir ao Encontro quando se vai a um.
Mas o que faz um Encontro com Deus ser muito gostoso é ir com uma idéia fixa, que é o que chamamos de propósito. Se você me pergunta se eu fui lá e vi Deus, eu te respondo que fui lá e não vi Deus, porque não fui com propósito, fui por curiosidade de saber como era e num recebi nada de Deus, só dos homens porque aprendi diversas coisas da bíblia.
Pra você entender: Encontro com Deus é como se fosse um retiro de três dias, onde se entrega totalmente a Deus, e aprende-se como chegar mais perto dele, onde vai se buscar algo extraordinário chamado batismo com o Espírito Santo, que até hoje não vi nada nem que se compare a esta sensação. Mas fica o convite em aberto se você quizer ir a um destes... vc pode ir até uma igreja Assembléia de Deus da nova visão, em células e confira o que Deus tem pra você, é de arrepiar, de estremecer... É TREMENDO.
Mas existem também Encontros específicos da mesma procedência: Encontro de Levitas, SBE (Seminário de Batalha Espiritual), Reencontro com Deus, Encontro de Líderes, Encontro de Aliança... cada um a seu tempo e eu jah fiz quase todos.
O meu Encontro de Levitas foi o segundo Encontro que fiz; este eu queria muito fazer, apesar de neste tempo eu num estar tão bem quanto podia estar; estava passando por problemas familiares, porque quando se tem pais envolvidos com macumba e alcoolismo nunca se pode ser feliz, então eu acho que estava fazendo algumas coisinhas para chamar a atenção deles, como por exemplo: pintar as unhas de preto e ficar depressiva. Neste Encontro eu recebi muito de Deus e lá eu recebi a Jesus em minha vida denovo, porque fui com propósito. Entrei no ônibus rumo a Presidente Figueiredo, com destino a um sítio chamado Shekinah com muita dor de cabeça, e uma tia minha fez uma oração para que a dor passasse. Cheguei lá e participei de tudo quanto podia participar, comi o que podia comer e quando fui dormir, a dor voltou e eu passei a noite muito mal.
Minha noite se resumiu a febre, enjoo, vômito... da rede pro trono e do trono pra rede.
A comida não estava ruim ou estragada, estava santificada... e na minha barriga só tinha comida entregue a demônios; então quando uma comida se juntou com a outra não deu certo, porque o puro jamais se junta com o impuro, então o jeito era sair. Na manhã seguinte eu estava péssima, todas as outras pessoas estavam prontas pra mais e eu tava muito mal; as Encontreiras foram lá comigo e me ajudaram, me levaram para a cantina e uma delas cheia da unção orou em um copo de café com leite e me pediu que tomasse tudinho.
O que estava acontecendo comigo era um processo de libertação... os demônios me pegavam pela barriga, e o copo de café com leite foi a última gota para transbordar na batalha que estava acontecendo na minha barriga, então quando eu tomei um gole só, tudo que ainda restava de comida de demônio para sair teve que sair porque uma serva de Deus ordenou e eu vomitei uma gosma verde e fedorenta. Depois disso eu fikei tão saudável quanto antes, e nem parecia ue tinha passado mal... isto é poder de Deus.
Participei de todo o resto do Levitas e fui ungida como Levita Legitimada, ou seja, legítimo servo-adorador de excelência de Deus e até hoje foi um dos melhores Encontros que fiz... as coisas que aconteceram lah ainda acontecem hoje e vc pode conferir indo ao Levitas, soh o que posso dizer é que o Levitas é SOBERANO.
Bom, para quem está acompanhando desde a primeira parte, agora seguem informações da infância.
Eu ia para igreja, para aprender a bíblia e louvores, me comportar na igreja e tudo mais, só que eu era uma criança precoce e logo com 10 anos fui para o departamento de adolescentes (onde tinham somente pessoas de 12 anos).
Aos 11 eu fui a um grande evento da Igreja Assembléia de Deus chamado Encontro com Deus (porque era precoce, só se podia ir com 12 anos, rsrsrs)... hum, eu num posso dizer o que acontece no Encontro com Deus, mas posso dizer que é TREMENDO! Só se sabe como é ir ao Encontro quando se vai a um.
Mas o que faz um Encontro com Deus ser muito gostoso é ir com uma idéia fixa, que é o que chamamos de propósito. Se você me pergunta se eu fui lá e vi Deus, eu te respondo que fui lá e não vi Deus, porque não fui com propósito, fui por curiosidade de saber como era e num recebi nada de Deus, só dos homens porque aprendi diversas coisas da bíblia.
Pra você entender: Encontro com Deus é como se fosse um retiro de três dias, onde se entrega totalmente a Deus, e aprende-se como chegar mais perto dele, onde vai se buscar algo extraordinário chamado batismo com o Espírito Santo, que até hoje não vi nada nem que se compare a esta sensação. Mas fica o convite em aberto se você quizer ir a um destes... vc pode ir até uma igreja Assembléia de Deus da nova visão, em células e confira o que Deus tem pra você, é de arrepiar, de estremecer... É TREMENDO.
Mas existem também Encontros específicos da mesma procedência: Encontro de Levitas, SBE (Seminário de Batalha Espiritual), Reencontro com Deus, Encontro de Líderes, Encontro de Aliança... cada um a seu tempo e eu jah fiz quase todos.
O meu Encontro de Levitas foi o segundo Encontro que fiz; este eu queria muito fazer, apesar de neste tempo eu num estar tão bem quanto podia estar; estava passando por problemas familiares, porque quando se tem pais envolvidos com macumba e alcoolismo nunca se pode ser feliz, então eu acho que estava fazendo algumas coisinhas para chamar a atenção deles, como por exemplo: pintar as unhas de preto e ficar depressiva. Neste Encontro eu recebi muito de Deus e lá eu recebi a Jesus em minha vida denovo, porque fui com propósito. Entrei no ônibus rumo a Presidente Figueiredo, com destino a um sítio chamado Shekinah com muita dor de cabeça, e uma tia minha fez uma oração para que a dor passasse. Cheguei lá e participei de tudo quanto podia participar, comi o que podia comer e quando fui dormir, a dor voltou e eu passei a noite muito mal.
Minha noite se resumiu a febre, enjoo, vômito... da rede pro trono e do trono pra rede.
A comida não estava ruim ou estragada, estava santificada... e na minha barriga só tinha comida entregue a demônios; então quando uma comida se juntou com a outra não deu certo, porque o puro jamais se junta com o impuro, então o jeito era sair. Na manhã seguinte eu estava péssima, todas as outras pessoas estavam prontas pra mais e eu tava muito mal; as Encontreiras foram lá comigo e me ajudaram, me levaram para a cantina e uma delas cheia da unção orou em um copo de café com leite e me pediu que tomasse tudinho.
O que estava acontecendo comigo era um processo de libertação... os demônios me pegavam pela barriga, e o copo de café com leite foi a última gota para transbordar na batalha que estava acontecendo na minha barriga, então quando eu tomei um gole só, tudo que ainda restava de comida de demônio para sair teve que sair porque uma serva de Deus ordenou e eu vomitei uma gosma verde e fedorenta. Depois disso eu fikei tão saudável quanto antes, e nem parecia ue tinha passado mal... isto é poder de Deus.
Participei de todo o resto do Levitas e fui ungida como Levita Legitimada, ou seja, legítimo servo-adorador de excelência de Deus e até hoje foi um dos melhores Encontros que fiz... as coisas que aconteceram lah ainda acontecem hoje e vc pode conferir indo ao Levitas, soh o que posso dizer é que o Levitas é SOBERANO.

